É com muita alegria que o curso de Tecnologia em Cosmetologia e Estética agradece a participação de todos!!!

Posted February 23, 2012 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: Uncategorized

É com muita alegria que o curso de  Tecnologia em Cosmetologia e Estética agradece a participação de todos!!!

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Eletrolifiting:Tratamento das Estrias e das Rugas

Posted December 20, 2011 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: ESTÉTICA CORPORAL, ESTÉTICA FACIAL, Uncategorized

Esta técnica também é conhecida como “Galvanopuntura” ou “Microgalvanopuntura”

            Eletrolifiting é uma técnica desenvolvida em 1952, com a finalidade de produzir um “levantamento” da pele e estruturas adjacentes (daí a expressão lifting), atenuando rugas e linhas de expressão. Trata-se de um método invasivo, porém muito superficial, que reúne os efeitos de um eletrodo em forma de agulha, associado aos efeitos fisiológicos da corrente contínua.

É considerada uma técnica em que se utilizam microcorrentes variáveis de baixa freqüência, com impulsos de baixa duração e intensidade de produzir um levantamento dos estratos superficiais e prevenir, desta forma, o envelhecimento cutâneo.

            O eletrolifiting tornou-se conhecido inicialmente para tratamento de rugas/linhas de expressão, atualmente também encontramos grandes utilidades do eletrolifiting nas seqüelas de estiramento da pele caracterizada como estrias.

            A mobilização eletroiônica da água das células sanguíneas e a eletroendosmose que possibilita o abrandamento de lesões dérmicas no pólo negativo são as bases para o tratamento das rugas.

            Trata-se de um aparelho que utiliza corrente contínua, tendo sua intensidade reduzida ao nível de microampéres. Esta corrente normalmente é do tipo contínua direta, mas não há impedimento para a técnica usando corrente contínua pulsada com  freqüência elevada.

            A técnica deve ser realizada com o eletrodo ativo em forma de agulha, que pode ser do tipo descartável ou esterilizável, acoplada a um “porta agulha” em forma de “caneta”, ligado ao pólo negativo da corrente a ele associada.

            A agulha deve ser fina, rígida e pontiaguda para penetrar facilmente na pele, e ter no máximo 4mm, confeccionada em material inoxidável.

            Alguns autores afirmam que o eletrolifiting realizado com eletrodos em forma de bastões deslizantes sobre a pele, não há introdução de agulhas, podendo haver introdução de ativos “ionização”, sendo este procedimento uma terapia convencional por microcorrentes, não havendo, portanto, qualquer base científica que justifique efeitos de lifiting em rugas ou abrandamento das lesões dérmicas nas estrias usando esta técnica.

            O objetivo mais amplo do eletrolifiting é suavizar, atenuar e eliminar alterações das linhas de expressão que se formam na face à contração dos músculos, atenuando a nível celular restaurando a camada colágena e estimulando a produção de elastina, utilizando justamente a mesma arma que a pele utiliza: microcorrente.

            O objetivo do procedimento puntural do eletrolifiting é provocar uma lesão tecidual onde, associando-se aos efeitos galvânicos da microcorrente contínua, é produzido um processo inflamatório que será responsável pelo efeito de reparo de rugas e estrias.

            A ponta da agulha provoca uma lesão traumática na pele (epiderme), ocorrendo ainda uma necrose tecidual em virtude do componente galvânico da corrente contínua. A lesão das células do estrato espinhoso, obriga o organismo a uma reação reparadora. Em reposta a esta lesão, haverá uma dilatação dos pequenos vasos da derme, correspondente à região lesada, resultado num edema discreto. Logo em seguida, a taxa mitótica do estrato basal regional aumentará.  As células recém-formadas preencherão o espaço das células lesadas cujos restos serão eliminadas por fagocitose e o líquido excedente absorvido pela circulação linfática.

            Ocorre ainda um carreamento de partículas hidratadas para a região pericatódica (pólo negativo). A mobilização eletroiônica da água e de células sanguíneas e ainda a eletroendosmose possibilitam o abrandamento das lesões dérmicas no pólo negativo e são à base do tratamento.

             Devido a lesão provocada pela agulha, ocorre uma necrose por liquefação que se limita a algumas células epidérmicas. Esta necrose é provocada pelas substancias alcalinas que se formam no pólo positivo pelo componente galvânico da microcorrente sobre o liquido da sustância fundamental.

            Seus efeitos podem variar caso a caso, com duração de 3 semanas e 6 meses (devendo ser retocado). A durabilidade do tratamento está condicionada à execução completa aliada a manutenção.

            Os fibroblastos, células que produzem colágeno, encontram-se estruturalmente modificados na pele estriada, bem como nos tecidos abaixo dos sulcos das linhas de expressão, haja vista que o processo de envelhecimento esta diretamente ligada à diminuição da produção e alterações do colágeno.

            Durante o processo de reparação tecidual, instalado o processo inflamatório, os fibroblastos ativados encontram-se em diferenciação em resposta aos fatores de crescimento. Eles multiplicam e produzem fibras colágenas, secretando também proteoglicanas e fibras elásticas.

            Estudos em estrias atróficas mostraram um acentuado aumento de fibroblastos jovens, uma neovascularização  e um retorno da sensibilidade, por conseqüência melhora da pele.

            Quase que imediatamente após a aplicação da técnica ocorre hiperemia e edema típico de processo inflamatório, causando vasodilatação e aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos. A região é preenchida por um composto de leucócitos, eritrócitos, proteínas plasmáticas e fibrinas.

            Os procedimentos técnicos para a execução do eletrolifiting podem ser divididos em três grupos.

–  deslizamento da agulha dentro do canal da ruga

– punturação – penetração da agulha em pontos adjacentes e no interior da ruga

– escarificação – método de deslizamento da agulha no canal da ruga, no ângulo de 90 graus.

            A agulha é conectada ao pólo negativo da corrente contínua e o eletrodo dispersivo positivo, deve estar acoplado ao corpo da cliente para que a corrente seja transmitida. A pele deve estar limpa e a agulha esterilizada em autoclave.

            Quanto à intensidade da corrente, há divergências entre autores, variando a amperagem na faixa de aproximadamente 180 até 200 microamperes e 74 microamperes para peles sensíveis, eudérmicas e alípicas; e 86 microampres para as peles mais resistentes, lipídicas e seborréicas. Guirro e Guirro (2004) preconiza a técnica na faixa de 300 microamperes.

            Na prática clinica encontramos comumente profissionais, utilizando cerca de 70 a 100 microamperes no tratamento para estrias e de 150 a 200 microamperes para as rugas, estes valores são de acordo com a sensibilidade de cada paciente. Remenda-se o uso da máxima intensidade tolerada, pois o grau da lesão será maior e conseqüentemente será maior o tempo do processo inflamatório, intensificando o reparo. Alerta-se não ultrapassar 400 microamperes a fim de evitar manchas e ou lesões severas na pele, pela intensa ação do componente galvânico, surgindo pontos pretos no local na punturação.

            A punturação deve ser feita de maneira rápida e precisa, a sensação tende a ser desagradável. Deve atuar na epiderme e não causar sangramento, ao final da punturação deve haver hiperemia.

Indicações do Eletrolifing

Rugas e estrias.

Contra-Indicação

            Elevados níveis de glicocorticóides, endógenos ou exógenos, como nos casos das síndromes de Cushing,  gravidez, puberdade, eposição solar durante o tratamento, aplicação da técnica sobre a região inflamada, alergia ou irritação no local do tratamento, tendência a formação de quelóide.

Não deve-se repetir o tratamento, antes que todo processo seja reabsorvido ( em média 2 vezes na semana, com intervalo de 3 a 4 dias) depende da capacidade racional da cliente.  A realização da técnica pode ocorrer uma vez na semana, onde verificou-se ótimos resultados.

            Alguns cuidados com relação ao histórico do cliente precisam ser tomados, como exemplo, predisposição ao quelóide e casos de diabetes, devido à dificuldade de cicatrização do tecido. Evitar a radiação solar como prevenção de hipercromias.

            Ativos cosmetológicos podem ser associados após a aplicação, porém deve-se ter profundo conhecimento da substancia utilizada, pois não poderá conter nenhuma ação antiinflamatória.

            Recomenda-se uma boa qualificação profissional para utilizar o eletrolifiting com segurança.

Referências Bibiliográficas

Guirro, R.; Guirro, E. Fisioterapia Dermato-Funcinal: Fundamentos, recursos, patologias. 3a ed. Barueri: Manole, 2004.

SORIANO, M. C.; PEREZ, S. C.; BAQUES, M. C. Electroestética Profissinal Aplicada: Teoria e Prática para a utilização de correntesem estética.  Barcelona: Sorisa, 2002.

FABIO BORGES SANTOS. Dermato-Funcional: Modalidade Terapêutica nas Disfunções Estéticas. 1º Edição São Paulo Editora Phorte, 2006

PROF. VANDRESSA BUENO DE PAULA

Contato: vandressa.paula@univali.br

Colação de grau da turma de Cosmetologia e Estética 2011-1

Posted December 2, 2011 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: COSMETOLOGIA, EVENTOS

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Realizou-se no dia 27 de novembro na Unidade Ilha – Florianópolis a  colação de grau dos alunos do curso superior de Tecnologia em Cosmetologia e Estética  referente a turma de 2011-1.

Programação UNIBANCAS 2011-2

Posted December 2, 2011 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: EVENTOS

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Dia 07/12/12

HORÁRIO

PROFESSOR ORIENTADOR

CO-ORIENTADOR

ALUNOS

TÍTULO

08:30 às 09:30

Fabiana ThivesCo-orientadora Marcela Carolina Machado Suellen Duarte Santos e Cleri Klein SPA Odontológico

09:30 às 10:30

Fabiana Marin ThivesCo-orientadora Marcela Carolina Machado Fabiane Rauber Lenz Carrão e Tatiane Martins Jacinto Viabilidade de um SPA homossexual na cidade de Florianópolis

10:30 às 11:30

Fabiana Marin ThivesCo-orientadora Juliana Cristina Gallas Carlos Visagismo

13:30 às 14:30

Fabiana ThivesCo-orientadora Marcela Carolina Machado Ticiane e Fernanda Terapias integrativas complementares em busca do bem estar

14:30 às 15:30

Felipe Lacerda da Silva Maria Janete Schafer Radiofrequência no tratamento da lipodistrofia localizada

15:30 às 16:30

Mariane Santos da Silva Vanderléia Cristina de Oliveira e Rafaela Fernandes Análise da eficácia do efeito clareador da argila branca em melasma

16:30 às 17:30

 Felipe Lacerda da Silva Janice T. De Almeida Campaglia  e Vanessa Adler Salim Eletrolipólise no tratamento da lipodistrofia localizada

Dia 08/12/12

HORÁRIO

PROFESSORA

ORIENTADORA

CO-ORIENTADORA

ALUNOS

TÍTULO DO PROJETO

08:30 às 09:30

 Marcela C. Machado

 

Josiane Klein e Sandra Lopes Protocolo shiatsu lavatório

09:30 às 10:30

Vandressa Bueno de Paula Julia Andrade e Roberta Kretzer Alterações estéticas na região periorbital

 

 

10:00 às 11:30

Co-orientadora Daisy Janice Aguilar Netz Alessandra Rebello e Eliabe Machado Crescimento de microorganismos nos frascos de esmale

13:30 às 14:30

 Mariane Santos Silva

 

Thamara Caviquione e Vanessa Laurita Lapa Homens: a procura pela estética

14:30 às 15:30

Vandressa Bueno de Paula Marcia Toledo e Camila Santi Os aspectos biopsicossociais que envolvem as cirurgias plásticas estéticas.

15:30 às 16:30

Vandressa Bueno de Paula Elisa Honorato e Patricia Garden Rejuvenescimento labial 

16:30 às 17:30

Vandressa Bueno de Paula Andriele Walter e Daluza da Silva Segunda

 

Equipamentos de terapia combinada na estética corporal

 

COSMETOLOGIA E PELE SENSíVEL

Posted November 25, 2011 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: COSMETOLOGIA, ESTÉTICA FACIAL

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Nos últimos anos aumentaram o número de registro de casos de peles sensíveis, em homens e mulheres de diferentes faixas etárias e diferentes etnias.

Nos últimos 10 anos houve um aumento na produção de produtos direcionados para peles sensíveis, bem como pesquisas de novos ativos para minimizar as reações características da pele sensível.

 Atualmente no mercado de cosméticos existe uma grande variedade de produtos indicados para pele sensível, porém, não existe nenhum padrão para caracterizar as condições ou para substanciar os apelos dos produtos que se auto-intitulam para pele sensível. Isso se dá ao fato de ainda os mecanismos que levam uma pele a ser sensível, permanecem desconhecidos, possivelmente pela falta de sinais evidentes de irritação, idade, raça, estilo de vida e persistência da pele sensível.

Os esclarecimentos exatos dos mecanismos de ação da pele sensível e o desenvolvimento de um método universal, reproduzível e quantificável são fundamentais para maior avanço da pesquisa nesta área, fornecendo as empresas informações técnicas necessárias para substanciar afirmações que garantem que o produto é destinado a uma pele sensível, antes de lançá-lo no mercado.

As características gerais de uma pele diagnosticada como sensível é definida como uma pele com intolerância aumentada a substâncias tópicas, principalmente cosméticas. Os sintomas como, coceiras, queimação ardência e adormecimento são comumente relacionados a este tipo de pele e freqüentemente ocorrendo na face. Os sintomas surgem imediatamente ao contato com o produto, porém podem aparecer alguns dias depois, o clima tem influencia na exacerbação dos sintomas como, por exemplo, o vento, o calor o frio e a umidade do ar.

 O indivíduo que apresenta pele sensível apresenta boas condições de saúde, no entanto indivíduos que apresentam patologias cutâneas como rosácea, dermatite seborreica, acne, psoríase e eczema, podem ter predisposição para esta condição.

Um método conhecido como teste da picada do ácido lático (LAST) é um método mais utilizado para prever a pele sensível, embora muitos especialistas da área não concordassem com o teste. O procedimento consiste na indução do suor, seguida pela aplicação do ácido lático a 5% na dobra nasolabial e bochecha.

O método LAST recebeu críticas nos anos que seguiram sua criação, e atualmente estão sendo usados muitos tipos modificados de método LAST, variando o uso das câmaras de Hilltop e aumentando o tempo de exposição da pele ao ácido lático. O método provou ser útil e reproduzível, mas não permite a fácil quantificação da picada, pois a etnia, idade, sexo e o produto em uso, sobre o fenômeno da picada não estão bem esclarecidos.No momento há vários outros métodos de teste sendo utilizados para validar a pele sensível, porém há necessidade de pesquisas extensíveis nesta área.

Atualmente a maior parte da literatura sobre pele sensível relata a sensibilidade da pele por permeabilidade aumentada da pele, devido a barreira do estrato córneo danificado. Alguns pesquisadores utilizaram o método LAST e observaram maior permeação do ácido lático na pele, sendo constatado por muitos que a barreira alterada do estrato córneo seria a principal responsável pela sensível. Porém alguns pesquisadores não concordam com esta afirmação, pois verificaram integridade da barreira cutânea em indivíduos que apresentam pele sensível.

Outro fator de pesquisa seria o fator de crescimento dos nervos (NGF), encontrado em todos os grupos de pesquisa. Os níveis de NGF no estrato córneo foram avaliados pelo método de descamação do estrato córneo com fita adesiva e análise das fitas em termos de seu conteúdo de NGF.Cada grupo que tinha pela sensível apresentou níveis significantes de NGF e apresentaram maior sensibilidade a estímulos elétricos, sugerindo que a inervação tinha alguma influencia na sensibilidade da pele.

Recentemente a hiperinervação foi considerada como mecanismo relevante para pele sensível. Foi relatado que a causaria maior entrada neuro-sensorial que levaria as respostas sensoriais adversas dos indivíduos com pele sensível, contudo esta suposição ainda não esta bem esclarecida, faltam pesquisas aprofundadas na área.

Novas pesquisas sobre o NGF no estrato córneo seria de extrema importância para o completo entendimento da pele sensível, pois já ficou provado que o NGF desempenha função importante em vários processos cutâneos como, a determinação da densidade de inervação da pele, sobrevida e diferenciação de neurônios durante o desenvolvimento inicial e sensibilização das fibras nervosas.

Laboratórios da multinacional Shiseido, demonstraram conexão direta entre o cérebro e pele, confirmando o ponto de contato entre as células de langerhans da pele e as células nervosas, concluindo que as respostas sensoriais são os componentes chaves para as condições da pele sensível.

Diversas pesquisas tem sido feitas para compreender os mecanismos da pele sensível porem, ainda há necessidade de mais pesquisas para esclarecer completamente estas condições. Os esclarecimentos dos mecanismos que envolvem a pele sensível beneficiariam a indústria a os tratamentos clínicos.

Se um grupo de pessoas identificáveis com pele sensível e usados para teste de produtos e substanciar afirmações, efeitos adversos poderiam ser minimizados e a eficácia poderia ser maximizada, antes de o produto chegar ao consumidor.

 Com relação ao NGF, caso tivesse sido esclarecido quais os reais níveis elevados de NGF no estrato córneo em pessoas com pele sensível a amostragem da fita de neurotrofina, poderia provar ser um método muito confiável.

Enquanto os mecanismos da pele sensível não forem explicados, será um desafio desenvolver o tão necessário método de teste confiável.

 ARTIGO: Novos rumos para pesquisas de pele sensível Jennifer A. Davis, R Randall Wichett, PhD College of Pharmacy, University of Cincinnati, Cincinnati, Estados Unidos

PROFª. VANDRESSA BUENO DE PAULA Contato: vandressa.paula@univali.br

Desenvolvendo a profissão com Biossegurança

Posted November 8, 2011 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: ANEXOS CUTÂNEOS, ESTÉTICA FACIAL

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Presente em todas as áreas profissionais, hoje mais do que nunca a Biossegurança tornou-se o princípio do exercício de cada trabalho.

 Teixeira e Valle (1996) a conceituam como a “[…] segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e vegetal e o meio ambiente”.

 Para o profissional da beleza, assim como para os demais, faz-se indispensável o emprego da biossegurança em todas as atividades laborais, em benefício de sua saúde e de seu bem-estar.

 

Por infelicidade, defrontamo-nos com profissionais de uma década ou mais de profissão que, por não cuidarem de sua postura e exagerar na carga horária de trabalho, dentre outras causas, estão impossibilitados de continuar a desenvolver suas atividades, porque sofrem de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho – DORT, considerados como acidentes de trabalho.

 Além disso, não é somente o risco ergonômico ao qual o profissional deve dispensar atenção. Destaco os riscos infectantes, químicos e físicos. Para a prevenção, ou para minimizá-los, ou mesmo para eliminar estes riscos, há a imperatividade no uso correto dos EPIs, Equipamentos de Proteção Individual, tais como luvas, máscaras, touca, jaleco. Lembrando que para melhor proteger o trabalhador são necessários calça comprida e sapato fechado.

 É de suma importância que os estabelecimentos de beleza aprimorem seus serviços prestados adotando todos os critérios de biossegurança, tendo em vista se perceber a busca do cliente por atendimentos com qualidade e diferencial.

 Em razão de toda essa preocupação, as empresas que oferecem acessórios para estética estão cada vez mais os produzindo de forma descartável, visando com isso a impedir o contágio por microrganismos.

 Com distintas maneiras de prevenir, reduzir ou eliminar os riscos ligados ao trabalho, o profissional da área da beleza consegue desenvolver seu ofício cuidando sempre da saúde e bem-estar dele e de seu cliente.

 

Texto produzido pela professora Silmara Mendes Hoepers

Fotos: Juliano Amorim

Referência:

TEIXEIRA, P.; VALE, S. (org.). Biossegurança – Uma Abordagem Multidisciplinar. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1996.

Formada a primeira turma do Curso de Especialização em Estética Facial e Corporal – Univali Unidade Ilha

Posted October 26, 2011 by COSMETOLOGIA E ESTÉTICA - UNIVALI - Unidade Ilha
Categories: COSMETOLOGIA, ESTÉTICA CORPORAL, ESTÉTICA FACIAL, EVENTOS

Constituída por 45 alunos, a turma de especialização teve início em 2010-1 e seu encerramento foi neste sábado dia 22 de outubro de 2011. Os alunos foram surpreendidos com uma confraternização realizada pela Coordenadora Juliana Cristina Gallas.

Para presentear ainda mais todos os alunos, a empresa parceira

Vita Derm distribuiu diversos produtos para estética facial, corporal e capilar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A universidade do Vale do Itajaí parabeniza  todos os alunos, professores, funcionários e a Coordenadora Juliana,  pela formação da primeira turma de Especialização em Estética Facial e Corporal.